4 dicas para enfrentar a crise econômica

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Diante da crise econômica e instabilidade política, as coisas ficam mais difíceis. Por este motivo, as pessoas perdem o controle de suas finanças, não conseguem fazer boas escolhas financeiras ou pagar suas dívidas e, assim, vai se criando uma grande bola de neve, praticamente impossível de ser freada.

Procure evitar essa situação! Veja a seguir 4 boas dicas para enfrentar a crise econômica!

1. Não ultrapasse os limites de sua renda: viva conforme o que ganha

Essa é uma dica que precisa ser dada e repetida inúmeras vezes até que se torne um verdadeiro hábito na vida das pessoas. Na verdade, parece ser muito difícil viver dentro dos limites de sua própria renda, seja ela individual ou familiar.

Quando você gasta além daquilo que ganha, a tendência é contrair dívidas que não poderão ser pagas. Por isso, se você ganha X, não gaste 3X.

Teoricamente, é algo muito simples de se fazer. Mas, na prática, nem sempre é assim. O mundo consumista, com seus apelos constantes, e a própria falta de gestão financeira apropriada, levam o consumidor a comprometer-se financeiramente além dos limites de sua renda.

2. Faça o devido corte de custos

Outra dica para enfrentar a crise econômica é reduzir custos em casa e na empresa. Reduzir custos significa basicamente duas coisas:

  • Diminuir os gastos com coisas essenciais;
  • Cortar definitivamente os gastos supérfluos.

Você não pode viver sem compras de supermercado, sem água e energia. No entanto, pode controlar o uso destes recursos e pagar contas mensais menores. Algumas pessoas já estão investindo em sistemas de captação de energia solar. Outras possuem até geradores em casa. Certos consumidores e empresas dispõem de grandes caixas d’água e cisternas.

O importante é seguir as dicas básicas: não deixar torneiras pingando; usar lâmpadas econômicas; não deixar a luz acesa em locais desocupados; aproveitar a iluminação e ventilação naturais; controlar o uso do telefone (principalmente, do celular) e assim por diante.

Há quem reduza os gastos com compras de supermercado e feira usando a estratégia Just In Time em suas próprias casas: só compram quando necessário, quando os mantimentos chegam ao nível mínimo de consumo.

Nas empresas, o gestor pode recorrer ainda à terceirização de diversas atividades, como a armazenagem e, principalmente, transporte de cargas.

Quanto aos gastos supérfluos, a saída é cortá-los de vez. Se não fazem falta, servem apenas para comprometer seu dinheiro. Não há sentido em mantê-los.

3. Tenha cuidado ao usar o cartão de crédito

A crise econômica exige que o consumidor evite os gastos fáceis. Com o cartão, a aquisição de bens e serviços torna-se bem mais fácil — mas isso pode custar muito caro também.

O cartão de crédito substitui o dinheiro de forma relativa. Na verdade, ele não paga as contas: o cartão é somente um “facilitador”.

Pense bem: de que adianta você usar todo o limite do seu cartão, até extrapolar esse limite, se não possui renda real para saldar as dívidas?

4. Busque meios de aumentar a sua renda para não sucumbir à crise econômica

Diante do desemprego, das demissões e das dificuldades em se manter o trabalho formal, com carteira assinada, vale a pena pensar nas possibilidades de se trabalhar de forma avulsa. A internet, por exemplo, tem oferecido muitas opções de trabalho para pessoas desempregadas ou mesmo para as que já têm emprego.

Seja flexível e saiba identificar boas oportunidades de aumentar sua renda. Comércio virtual, atividades de freelancer, aulas de reforço ou ensino de línguas, conserto e manutenção de equipamentos (especialmente computadores) são algumas dicas. Seja criativo e inove em seus serviços, tornando-se pioneiro.

Pense ainda nos investimentos, mas estude bem antes de aplicar seu dinheiro — as muitas facilidades de alavancagem podem ser somente um risco desnecessário.

Você já segue algumas dessas sugestões para enfrentar a crise econômica? Que outra dica considera importante? Aproveite os espaços para deixar seu comentário!

 

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